Evolução estelar
Churrasquinho de Terra
Antes de se apagar por completo, já na fase de Gigante Vermelha, a força gravitacional do Sol não será capaz de segurar as reações nucleares que devem acontecer em seu núcleo, resultando em períodos de intenso calor que farão com que ele sofra uma gigantesca expansão. Durante esse processo, a emissão de calor será muitíssimo maior do que a que ocorre hoje, e a Terra, coitada, será engolida por essa expansão.
Não há um consenso sobre qual será a temperatura alcançada aqui na Terra, mas acredita-se que nessa fase a atmosfera será varrida por completo, os oceanos serão vaporizados e toda a matéria orgânica queimada. Além disso, os níveis de radiação serão altíssimos, e sem a proteção da atmosfera, a vida como a conhecemos deixará de existir. A Terra, então, se transformará em cinzas, tornando-se um pedregulho morto orbitando ao redor de uma estrela apagada.
Contagem regressiva para o fim do mundo
Isso, claro, se a humanidade não desaparecer antes graças às suas próprias ações ou se o impacto de um meteoro gigante não provocar a nossa extinção, por exemplo. No entanto, é importante destacar que a catástrofe acima descreve o fim de tudo aquilo que consideramos hoje como “vida”.
Atualmente já se sabe da existência de microrganismos aqui mesmo no nosso planeta que conseguem sobreviver em ambientes extremos e incrivelmente inóspitos, e a própria NASA está vasculhando Marte em busca de seres desse tipo — ou de alguma prova de sua existência no passado. Portanto, quem sabe o que existirá na Terra em sua era pós-apocalíptica?






